O que aprendemos levando 24 desconhecidas para a Chapada
Nossa primeira viagem em grupo virou o modelo de tudo que veio depois. O que deu certo, o que quebrou e o que mudamos para a próxima.
We For Woman
Vinte e quatro mulheres, quatro dias, nenhuma se conhecia antes do aeroporto.
O que deu certo
O formato “sem programação obrigatória” foi a melhor decisão. Havia sempre duas opções por período — uma trilha e uma alternativa mais lenta — e ninguém precisou justificar a escolha. A pressão de “aproveitar tudo” é o que mais cansa em viagem de grupo.
O que quebrou
Subestimamos o jantar da primeira noite. Mesa única para 24 pessoas significa que você conversa com quatro. Trocamos por mesas de seis com troca de lugar a cada prato, e a diferença no segundo dia foi visível.
Cheguei achando que ia passar a viagem inteira me apresentando. No segundo dia já tinha gente guardando lugar para mim.
— participante, Chapada 2025
O que mudou para as próximas
- Mesas de seis, sempre.
- Um grupo por viagem, criado duas semanas antes da partida.
- Limite de 20 pessoas — 24 foi o teto, não o ideal.