Networking feminino não é trocar cartão
A maior parte das conexões que geram trabalho não nasce em evento de negócios. Nasce em contextos onde ninguém está tentando vender nada.
We For Woman
Existe um mal-entendido antigo sobre networking: que ele acontece em salas com crachá.
Na prática, as indicações que mudam uma carreira quase sempre vêm de alguém que já viu você fora do modo profissional — numa trilha, num clube de leitura, num jantar. Confiança não se constrói em pitch de trinta segundos.
O que a gente observa nos dados da comunidade
- A maior parte das conexões que viram trabalho começa em um projeto presencial, não no chat.
- Grupos pequenos e recorrentes geram mais indicações do que eventos grandes e únicos.
- O tempo médio entre “se conhecer” e “indicar profissionalmente” é de alguns meses.
Nada disso é surpreendente. É só o oposto do que a indústria de eventos corporativos vende.
Como usamos isso
É por isso que o app não é o produto inteiro. Ele existe para te levar até a mesa — o que acontece na mesa é o ponto.